Clássicos!

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Primeiro texto é sempre dificil.

É sempre dificil começar alguma coisa né? Pois bem, vamos começar com pé esquerdo! Aí vocês me perguntam, por que pé esquerdo? Acho que já está mais que na hora de acabar com esse stigma de que, só é melhor começar com o pé direito as coisas. Não podemos ter pesamentos tão fechados a paradigmas. Outra coisa que peço é para as pessoas, que vão ler meus textos, não virem com pré-conceitos já criados dentro de suas cabeças. Sabe, aqueles já adquiridos, lendo e vendo outros textos de pessoas mais importantes que eu.

Realmente seguindo uma normalidade eu teria, que começar falando do meu primeiro disco e blá blá blá..... Eu odeio essas coisas, de começar do ínicio e terminar pelo fim.  Por que  não podemos começar pelo fim e terminar pelo inicio? Acho que minha vida vai ser assim sabe. Com isso eu engano a velhice. Hhhahahahahha....

Mudando toda minha intenção de começar escrevendo sobre discos, irei dar o start falando da minha vitrola.

Herança de Família 


Dizem que nossa maior fonte de aprendizado enquanto crianças são nossos pais, e que as influencias que eles passam para nós, os filhos é o que vai definir qual será a personalidade nossa personalidade e nossos conceitos.

Sempre tive ao meu alcance enquanto criança todas as influencia possíveis do meu pai, principalmente às musicais. Meu coroa é um cara, que realmente teve uma bagagem musical muito boa, pois ele ja foi  a diversos shows marcantes de banda nacionais e internacionais, colecionava discos, além de ter sido hippie na década de 70 e gostar muito de rock. Eu sempre convivi com todo esse contexto na minha casa e sempre tive ao meu alcance a vitrola dele.

Pois bem, quem iria imaginar que 15 anos depois eu ganharia a vitrola na qual um dia, já foi do meu padrinho falecido e trouxe tanto para ele, quanto pro meu pai ótimos momentos e grandes histórias. Foi finalmente em 2010, que enfim depois de mais de 20 anos parada eu a ressuscitei.

Tão sublime é esse aparelho, que capta todos os sons gravados em cada linha do disco, transpassa aos ouvintes um som real, que exprime todo sentimento da música a ser tocada.  Eu acho lindo poder ter essa experiência musical, com minha coleção de discos e descobrir verdadeiras relíquias sonoras dia após dia.

O que mais me deixa feliz é ver os olhos do meu pai brilhar quando ele vê a vitrola funcionando e o orgulho dele por ter conseguido passar para mim sua vasta bagagem musical.  


 

3 comentários:

  1. é um um prazer enorme sabe,poder dividir momentos ao som da vitrolinha q por si só é um monumento histórico.Vejo ela como minha também,dividindo a mesma paixão ctg...não é a toa que sempre estou atenta aos discos também Mesmo estando nas raízes da sua família(que por sinal achei lindo o que você escreveu),chegou a sua vez de escrever a sua a partir da vitrola certo? xD Espero que ela guarde também muitas histórias e lembraças cmg .Aeew conseguiu!1°POST! \O/

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  2. Menino, é uma pena que algumas famílias, como a minha, tenham se rendido gradualmente à modernidade e se desfeito das suas vitrolas. Hoje, artigo raro, mas que já esteve presente na casa de todos nós.
    Que bom que com seu pai foi diferente e hoje você pode se render a música que todas as nuances da gravação em vinil.

    Paz e sorte sempre!

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