Clássicos!

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sábado, 25 de dezembro de 2010

Appetite for Destruction - Guns N' Roses

Todas vez que paro para escolher o vinil que irei escrever é complicado. Por sorte, sempre tenho o "felling" de pegar aquela obra prima do rock n roll, perdida no meio dos meus discos. O LP que escutaremos hoje, se comparado aos outros ja postados é até rescente, de um grupo que fez a cabeça da galera na década de 80, para ser mais preciso de  1985 em diante.

Appetite for Destruction! Um nome sujestivo não acham?  Bom essa capa é nada mais nada menos, que o icônico primeiro álbum da banda, que todos nós conhecemos, Guns N' Roses.  Para muitos que não sabem, o Guns é uma banda formada em Los Angeles, na Califórnia, cujo estilo veio do hardrock. Vindo de uma junção de pequenas bandas o Guns, mesmo com dificuldades no ínicio conseguiu conquistar o seu espaço no hall of fame do rock!

Nos anos  80, o rock já não era o mesmo, os clássicos ainda estavam tocando e se formos parar pra pensar, a galera tinha um gosto muito complicado de se agradar.  É dentro desse contexto complexo, que viviam os futuros membros do Guns.

Em meados de  85, Axl Rose o vocalista e co-fundador da banda,  vivia na Califórnia, mais precisamente em Los Angeles. Ele e seu amigo de infância o guitarrisa Izzy Stradlin, tocavam numa banda chamada Rose, que logo mudara o nome para Hollywood Rose. O grupo além dos dois contava com, Markws Gosbon na guitarra, Rick Holland no baixo e Johnny Kreiss na batera. Essa formação teve uma pequena vizibilidade, nos subúrbios de LA,  por causa das músicas "My Way, Your Way" (Anything Goes), "Wreckless" (Reckless Life) e "Shadow Of Your Love, que futuramente seriam tocadas pelo prórprio Guns.

Com seu encerramento na virada de 84/85, Axl e Izzy se juntaram a ex-membros de uma outra banda também dissolvida a L.A Guns, que posuia Tracii Guns na guitarra solo, Ole Beich no baixo e Robbie Gardner na bateria. A partir daí, juntados os componentes e os nomes, estava a primeira formação do Guns N' Roses!

Bem essa foramção só se apresentou uma única vez em 1985, pois logo depois Ole Beich foi substituído por Duff McKagan.   O grupo se apresentou até a metade do ano, quando sofreu uma nova mudança, pois Tracii e Robbie saíram. Duff McKagan convidou seus antigos parceiros de Road Crew, o guitarrista inglês Slash e o baterista Steven Adler.

Estava então nascido de vez a principal formação do Guns N' Roses. Cujo nós todos tivemos o prazer de ver e escutar nos anos seguintes.

"As armas são para dizer que lutamos e as rosas para dizer que vencemos"  -  Axl Rose

Nunca é fácil o ínicio de uma banda, dificuldades sempre estam presentes. E foi com esses entraves, que o Guns passou na sua primeira turnê de estréia, denominada de Hell Tour. Pois é! Como eu disse, problemas a caminho, a turnê que teria seu ínicio em Seattle, foi um fracasso. No caminho de L.A para Seattle a van da banda quebrou obrigando e deixando-os parados no meio da estrada.

THE FUCK ROAD TRIP! Na espera de dois dias por uma carona o grupo perdeu seu primeiro show, tendo sua turnê cancelada. Se não bastasse todos os problemas, tiveram que vender metade dos equipamentos para poder voltar para casa.

Bem, acho que ja me extendi demais! Acontece, pois são histórias realmente interessantes. Voltando ao nosso foco, que é o vinil, o Guns N' Roses anos antes de lançar o LP, gravou um EP independente chamado de Live?*@ Live a Suicide. EP é um mini-álbum, considerado assim por ter poucas músicas e pouco tempo de duração.

Por sorte o EP, caiu nas mãos da gravadora Geffen Records, que decidiu assinar um contrato com a banda.

Naquele momento já encaminhados o grupo deu inicio as gravações do álbum Appetite for Destruction em 1987, sendo lançado no dia 21 de Julho do mesmo ano. Mesmo sendo bem recebido pela crítica, o LP não estava tendo sucesso nas vendas. Só quase um ano depois, quando a música "Welcome To The Jungle" começou a passar na MTV, que a capa conseguiu seu esperado sucesso. Outras músicas que alavancaram o LP foram "Sweet Child o Mine" e "Paradaise City", que também ficaram no topo das paradas na época. Em 1988 a capa chegou ao todo da Billboard 200, em 50 semanas.

Curiosidades: A capa deste vinil é mais que alucinante. Na época sua versão original foi censurada nos EUA e em outras partes do mundo, pois foi considerada muito agressiva para as mulheres e obscena. Realmente o rock in roll é proibido e obsceno, então para nós amantes dele, essa capa  é perfeita! A frende do disco possuia uma mulher que tinha acabado de estuprada, por um robô, enquanto ele estava prestes a ser atacado por uma máquina robótica vingadora.  No Brasil não foi censurada! Apenas teve menor circulação. Para substituir-la, foi colocada no seu lugar uma capa, que possuia um cruxifixo, onde foram feitas caricaturas dos integrantes da banda como caveiras. Inclusive é uma tatuagem que Axl tem no ante braço!

Bem uma coisa engraçada que descobri desse vinil é que ele tem algumas curiosidades relevantes como, na música "Rocket Queem", onde foram adicionados gemidos na gravação. Sendo que esse gemidos foram de uma relação sexual entre Axel, e a então na época namorada de Steven Adler. Viajem né!

A melhor fase de uma banda. É essa a única coisa que posso expor desse LP, pois sem dúvida ele é o melhor que o Guns já produziu, na melhor época de uma banda, que estava em total produção, onde 18 horas diárias de gravação eram  poucas. Sem contar, que eles estavam naquela leve rotina de Sexo, Drugs and Rock n' Roll. Toques especiais em cada música, com riffs clássicos e grandes arranjos de base e solo. E não podendo esquecer da voz no seu melhor tom do vocalista Axl, que naquela época estourava, com sua voz picante que alucinava multidões.

Appetite for Destruction é o disco de estréia mais vendido da história, com cerca de 40 milhões de cópias no mundo todo e 18 milhões nos Estados Unidos. Este álbum está na lista dos 299 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Foi após dele, que o Guns N'  Rose conseguiu a visibilidade esperada, assim começando a abri grande show de banda como Rolling Stones, Iggy Pop entre outros. Daí para o mundo foi um pulo.





terça-feira, 14 de dezembro de 2010

"Pearl" da Rainha do Blues - Janis Joplin

Olha o que mais me deixa mais facinado nos vinis é a vibração e a sonoridade que as músicas passam quando escuto na minha vitrola, mas com o passar desse longo ano, percebi que realmente fico mais alucinado com a história que cada LP possui. A capa que escutaremos hoje, é uma pérola do rock, da como ela se intitulava, a "maior cantora de blues do mundo", Janis Joplin. Pearl, talvez o vinil mais importante para Janis, é o primeiro álbum após sua morte prematura por overdose em 1970.

Pearl era o apelido para "a prostituta hiperativa bêbada boca suja sempre curtindo, trepando com qualquer um, subindo e descendo chapada", que vivia dentro de Janis. Esse era o seu perigoso alter ego.

Pegar esse vinil nas mãos e fechar os olhos é sentir todo o calor, fúria, loucura e intensidade, que
Janis Joplin colocara nele. Apesar de morrer antes de ver seu albúm pronto, Joplin estava exitada para seu lançamento, pois sabia que tinha tudo para que ele desse certo. Considerava a Full Tilt Boogie Band a melhor banda que já tivera e não era só isso, seu novo produtor, Paul Rothchild, era o produtor do álbum Light My Fire, do Doors, além de vários outros marcos do rock.

Fica o pensamento! Por que ela logo agora ela morrera de overdose? Lógico que não é uma escolha, mas para quem vive acima da média da vida, do comum, a morte assim como vida é uma constante realidade. Entender o que passa na cabeça de uma estrela, uma musa de alma quente do rock é dificil, mas aceitar é facil. Ninguém melhor que Janis, para fazer vocês entenderem o que ela pensava.

"Se você tiver hoje, não vai querer amanha, bicho.
Porque não precisa mais. Então, na realidade,
como descobrimos a toda hora, o amanhã nunca acontece, bicho.
É sempre a mesma merda de dia todo dia, cara!"
- Janis para sua platei em Calgay, 4 de julho de 1970.

Para Janis o importante era viver, se morrer era algo já previsto, então vamos viver pra caramba, para como se fossemos morrer amanhã. Não deixando nossas vidas virarem como seu pai dizia "a Grande Fraude do Sábado a Noite". " Os homens se matam de trabalhar  a semana toda para ser divertirem na noite do sábado, o que nunca acontecia de verdade. Ele ensinaria bem a lição para à sua filha mais velha."


O que influenciou infelizmente a morte prematura de Janis, em contra partida a sua alegria foi Pearl, que por causa das grandes expectativas de todos, ela se sentia sob muita pressão para fazer o melhor trabalho, que todos esperavam. De fato ela fez, porém, isso custou sua vida, Janis voltou a usar bastante Heroína, que rapidamente causou sua ruína.

Pouco tempo depois de começar as gravações do seu novo álbum, Jimi Hendrix morreu em Londres. "Mas pelo amor de Deus", disse ela ao ouvir as notícias. "Não posso dizer que fiquei chocada, não fiquei!" Janis, como ninguém, ainda conseguiu ver o lado positivo da situação. "Isso acaba diminuindo minhas chances",insistiu. "Dois atros do rock não podem morrer no mesmo ano."

Mas não só o uso de heroína estava relacionado ao seu álbum, como também ao seus instavéis relacionamentos. Naquele período ela estava noiva de um calouro a traficante, herdeiro de uma fabrica de sabonetes dos pais, Seth Morgan. Mesmo ele morando em São Francisco e ela em Los Angeles, eles ainda conseguiam ter muitos desentendimentos, ajudando na instabilidade dela. Fora esses problemas "Pearl" (Janis), tinha ficado hospedada em Hollywood, no hotel Landmark, uma antiga galeria de picos, que não era nada convidativo a sobriedade.

Faltava apenas uma música para conclusão de Pearl: Burried Alive in Blues e que, apesar de uma briga no dia anterior com seu noivo, Janis estava animada e queria gravar logo cedo. Seu empresário John Cooke após receber uma ligação de Seth Morgan, querendo saber onde ela estava e depois de ver que, o Porsche dela estava na garagem, resolveu ir até o quarto 105, para ver se estava tudo bem. Ao chegar no quarto primeiramente não notou nada de estranho, mas quando chegou para desligar a televisão ficou paralisado ao ver a perna roxa, que estava entre a cama e a cadeira perto da cabeceira. Circulando a cadeira, ele viu Janis Joplin de calcinha , presa entre a cama e a mesa. A rainha do Blues estava morta ali na sua frente! Janis morreu de overdose de heroína aos 27 anos, na noite do dia 04 de outubro em 1970, tendo sua morte anunciada no dia 05 às 21h10.

Bem não quero mais falar sobre a sua ida para o santuário do rock, pois seu legado é maior que sua própria morte!

Pearl foi lançado em 1971, quatro meses após sua morte e  sem dúvida é um LP carregado de dor, intensidade, amor, e ódio. Ele é realmente um dos melhores álbuns do Rock e do Blues. Em, 2003 o álbum foi classificado número 122 na lista da revista Rolling Stone dos 500 maiores de todos os tempos.

Uma vez Janis disse!

"As pessoas[...] gostam que seus cantores de blues tenham uma vida miserável. Gostam que eles morram no final."

Algumas músicas do LP:










quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

John Lennon & Yoko Ono

Na vida se surpreender com alguma coisa ou com principalmente alguém é normal. Com os vinis é a mesma coisa, conforme vou os conhecendo, vou me surpreendendo.  O vinil que iremos escutar hoje é o Double Fantasy, do lendário ex Beatle John Lennon com sua "mãe" como ele costumava dizer, Yoko Ono.

Para entendermos o contexto  desse álbum  temos que saber de sua essência. O álbum "Double Fantasy" teve seu nome  tirado de um lírio gêmeo espetacular que Lennon viu em uma exposição de flores nas Bermudas.

Bermudas?  Ué, Triangulo das Bermudas? Sim! John Lennon um homem extraordinário que foi, esteve lá.

Lennon vivia numa fase pouco produtiva de sua vida. Um momento do seu melhor estilo pai de família, todos os dias, após seu café da manhã, ele devorava livros a finco e ficava com seu filho Sean, que nascera em 75. 

Passados cinco anos já do seu retiro espiritual no ano de 1980, John, que se sentia distante da sua musa inspiradora Yoko, não conseguia produzir nada e sentia morto no sentido criativo. Nesse período Yoko o evitava cada vez mais.

Em contra partida, para curar seu vício em heroína, mas sem deixar John perceber, Yoko instruiu que, ele passasse 10 dias na sua propriedade em Long Island, afirmando que era para o ex Beatle aprimorar ainda mais o seu desenvolvimento espiritual.  Foi lá que Lennon, tomado pelo voto de silencio que Ono, o mandou  fazer, enquanto estava lá, foi tomado pelo seus antigos sonhos românticos e  resolveu navegar pelo oceano como  seu pai e seu avô fizeram.

Yoko, mesmo sabendo que ele não possuía nenhuma experiência no mar,  ao contrário do que John  achava, não só o apoiou a idéia, como também permitiu que ele decidisse tudo sozinho. O motivo real para Lennon  fazer essa loucura de viajar pro mar mais misterioso do mundo, era que ele precisava desesperadamente de uma carga de aventura mortal que ou seria o fim ou constituiria um verdadeiro renascimento. Na sua despedida ele disse, "Vejo vocês no paraíso!". 

Passados  oito dias sem sinal do Megan Jaye, que era o nome do veleiro de Lennon, Yoko que estava em casa no famoso edifício Dakota, recebou uma ligação do marido, que disse estar  ancorado nas Bermudas e passava bem. 

Pronto John estava renascido! "Eu estava em sintonia com o cosmo, e todas essas músicas surgiram!" Disse ele a Yoko.  
O fruto dessa  história, foi o álbum Double Fantasy, cujo inicio quando John ainda era vivo teve algumas críticas não muito boas, mas que com sua morte ao 40 anos dia 08 de Dezembro de 1980, o LP  subiu rapidamente nas paradas chegando ao primeiro lugar e ganhou o Grammy de Melhor Álbum do Ano. Em 1989, o álbum ficou em #29 na lista da revista Rolling Stone dos 100 melhores álbuns da década de 1980. 

Hoje não colocarei curiosidades, porém a história sobre esse álbum já é uma curiosidade. Músicas como “I’m Losing You”, mostravam como o astro se sentia no momento com sua esposa.

 "Communication's lost. Can't even get you on the telephone. I feel you slipping away",  "You didn't have to tell a white lie. You knew you scored me for life [...] Ain't no doubt about it. I'm losing you."

 Tradução: Perdemos contato./ Nem consigo te fazer atender o telefone. / Sinto como se  você estivesse escapando [...] Você não precisava me contar essa mentira inofensiva. / Você sabia que tinha me ganhado para sempre [...] Não há dúvida. Estou te perdendo.

Mas em "Starting Over", um marido pateticamente esperançoso cantava:

"Our love is still special. Let's take a chance and fly away sowewhere alone [...] When I see you, darling, it's like we both are falling in love again. It'll be just like starting over".

Tradução: Nosso amor ainda é especial. / Vamos aproveitar a chance e voar sozinhos para algum lugar [...] Quando te vejo querida, / é como se estivéssemos nos apaixonando de novo. / Será como começar de novo.

Para finalizar esse texto, tenho só que contar como foi curiosa a escolha desse vinil para escrever hoje. Por acaso é um vinil que só escutei uma vez, e que não pensava em escrever tão cedo. Por acaso ele me veio à cabeça e ontem eu o peguei para escutar. Pois bem quando deu 23h45min de ontem dia 07/12/10 eu comecei a escrever. Deixei para postar só hoje, quando descobri que  fazem 30 anos da morte de John Lennon.
Olha sei que a vida é feita de coincidências, mas assim como Lennon eu ñ acredito no acaso, tudo está ligado de alguma maneira e eu já possuo meu elo com o rock.






quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Easy rider - 1969 (Sem Destino)

Acredito que quando uma pessoa possui uma coleção de discos ela realmente se pergunta: será que vou achar algo mais surpreendente do que antes? A resposta é seca! Sim!
Existem dezenas de filmes antigos considerados marcos do cinema, mas esse filme no qual escutaremos hoje é mais que um clássico. Easy rider um marco do cinema Cult, trouxe consigo, uma nova visão de vida, que abrange a liberdade e a diferença como tema principal.

Para vocês entenderem um pouco essa película, trata da história de dois amigos, que  decidem sair pelo deserto americano, andando em suas motos no melhor estilo chopper, atrás de ação e com o ideal de curtir o Mardi gras, que é o carnaval dos americanos.

Para não contar sobre o filme e não me prolongar irei falar logo da idéia que o filme passa. Ele mostra essa nova maneira de viver que é tão diferente ainda mais para a época, e ainda trata do olhar preconceituoso das pessoas numa sociedade que não aceitava as diferenças. Parte relevante do filme é que ele mostra uma das ondas de ácido, mais pesadas do cinema.  

Foi exatamente esse filme, que ajudou o jovem ator  Jack nicholson na época a se projetar para o cinema, ser relacionado ao cinema cult!
Bem voltando para o nosso foco, que é o vinil, vou falar sobre a trilha sonora. Um LP de respeito para se ter em casa, recheado de boas músicas é uma amostra das milhares essências, que o rock in roll possui. As faixas do disco estão distribuídas de acordo com os acontecimentos do filme. A capa é toda ilustrada e uma das mais bonitas que eu possuo.

Uma trilha sonora perfeita!  Assim que considero totalmente: ROCK IN ROLL!
Bandas como, Steppenwolf, The Byrds, Jimi Hendrix, and Experience, Bob Dylan entre outras! Assim fica difícil não apreciar esse vinil certo? Essa trilha sonora foi tão importante, pois foi ela que criou o hino da maioria dos motoqueiros, com a música "Born to be Wild".

Aqui está à lista das músicas que compõem o LP.

  1. "The Pusher" (Hoyt Axton) – 5:49

  1. "Born to Be Wild" (Mars Bonfire) – 3:37
    • Steppenwolf - Steppenwolf (1968)

  1. "The Weight" (Jaime Robbie Robertson) – 4:29

  1. "Wasn't Born to Follow" (Carole King/Gerry Goffin) – 2:03

  1. "If You Want to Be a Bird (Bird Song)" (Antonia Duren) – 2:35

  1. "Don't Bogart Me" (Elliot Ingber/Larry Wagner) – 3:05

  1. "If 6 Was 9" (Jimi Hendrix) – 5:35

  1. "Kyrie Eleison/Mardi Gras (When the Saints)" (Traditional, arranged by David Axelrod) – 4:00

  1. "It's Alright, Ma (I'm Only Bleeding)" (Bob Dylan) – 3:39

  1. "Ballad of Easy Rider" (Roger McGuinn/Bob Dylan) – 2:14
    • Roger McGuinn (1969)
Bom aqui tem o vídeo, onde mostra o  motivo, para entender o porque da música "Born to be Wild" ter sido um marco para os motoqueiros!