Realmente seguindo uma normalidade eu teria, que começar falando do meu primeiro disco e blá blá blá..... Eu odeio essas coisas, de começar do ínicio e terminar pelo fim. Por que não podemos começar pelo fim e terminar pelo inicio? Acho que minha vida vai ser assim sabe. Com isso eu engano a velhice. Hhhahahahahha....
Mudando toda minha intenção de começar escrevendo sobre discos, irei dar o start falando da minha vitrola.
Herança de Família
Dizem que nossa maior fonte de aprendizado enquanto crianças são nossos pais, e que as influencias que eles passam para nós, os filhos é o que vai definir qual será a personalidade nossa personalidade e nossos conceitos.
Sempre tive ao meu alcance enquanto criança todas as influencia possíveis do meu pai, principalmente às musicais. Meu coroa é um cara, que realmente teve uma bagagem musical muito boa, pois ele ja foi a diversos shows marcantes de banda nacionais e internacionais, colecionava discos, além de ter sido hippie na década de 70 e gostar muito de rock. Eu sempre convivi com todo esse contexto na minha casa e sempre tive ao meu alcance a vitrola dele.
Pois bem, quem iria imaginar que 15 anos depois eu ganharia a vitrola na qual um dia, já foi do meu padrinho falecido e trouxe tanto para ele, quanto pro meu pai ótimos momentos e grandes histórias. Foi finalmente em 2010, que enfim depois de mais de 20 anos parada eu a ressuscitei.
Tão sublime é esse aparelho, que capta todos os sons gravados em cada linha do disco, transpassa aos ouvintes um som real, que exprime todo sentimento da música a ser tocada. Eu acho lindo poder ter essa experiência musical, com minha coleção de discos e descobrir verdadeiras relíquias sonoras dia após dia.
O que mais me deixa feliz é ver os olhos do meu pai brilhar quando ele vê a vitrola funcionando e o orgulho dele por ter conseguido passar para mim sua vasta bagagem musical.